As castas que não queremos! Por Mário Machado

Segundo o novo pai dos burros, o Google, em um dos dicionários, assim se define a palavra casta: Substantivo feminino 1.soc qualquer grupo social, ou sistema rígido de estratificação social, de caráter hereditário.2. p.ana. bio grupo de indivíduos pertencentes a uma espécie animal ou vegetal que apresenta caracteres semelhantes transmitidos por hereditariedade.

Gosto mais da segunda, até para os fins que se propõe este texto.

O Brasil vai encarar uma das eleições mais difíceis dos últimos 40 anos, por tudo o que vem ocorrendo de 2014 para cá. Todas as mudanças que estamos enfrentando, principalmente de valores, nos obrigam a termos uma posição extremamente consciente e madura. Não podemos nos encantar com qualquer caixa d’água, qualquer dentadura, qualquer conta paga, qualquer remédio. Aliás, não devemos nos encantar com nada disso.

Este ano é de vital importância para que seja dada uma guinada de 180 graus na nossa política já que, infelizmente, ela é necessária. As mudanças se dão pela política, consciência geral ou luta armada. Esta ultima é impensável.

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Efésios 6:12

Complementando a passagem bíblica acima, nossa luta nestas eleições é contra aquelas castas de políticos viciados em poder, em dinheiro, em ganância, em imoralidade, com o característico batom na cueca toda. Estas são as castas que não queremos, em hipótese alguma. Temos que agir para impedir que quem está no poder, atualmente, não pode, não deve e não vai retornar.

A verdadeira casta dominante do Brasil, que vem a ser o seu povo, assemelha-se ao elefante que não é o rei da selva, pois não conhece o próprio tamanho e a força. O leão descobriu o rugir como elemento fundamental de impor o medo, e funciona.

Temos por obrigação moral, e em respeito às novas gerações, em renovar em 100% a política atual, já que ela é um mal necessário. Temos que trazer o que é NOVO para o cenário político nos livrando assim de verdadeiras castas malignas que dominam este cenário.

As eleições estão batendo a nossa porta, cabe a nós tomarmos a decisão e criarmos a perspectiva de futuro, caso contrario corremos o risco de morrermos na praia, e isso meus caros, eu não quero definitivamente. Brasil!