Votar ou não votar, eis a questão! Por Mário Machado

Vou discorrer com vocês sobre esta questão importantíssima, que é o de votar ou não votar. Ao contrário do que muitos dizem o voto não é obrigatório, o que é obrigatório é o comparecimento, pois você é obrigado a comparecer à sessão eleitoral e pode decidir entre as duas opções abaixo, cuja fonte é o próprio TSE, que explica a diferença entre voto em branco e voto nulo.

 Voto em branco: De acordo com o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Antes do aparecimento da urna eletrônica, para votar em branco bastava não assinalar a cédula de votação, deixando-a em branco. Hoje em dia, para votar em branco é necessário que o eleitor pressione a tecla “branco” na urna e, em seguida, a tecla “confirma”.

Voto nulo: O TSE considera como voto nulo aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para votar nulo, o eleitor precisa digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”. Antigamente como o voto branco era considerado válido (isto é, era contabilizado e dado para o candidato vencedor), ele era tido como um voto de conformismo, na qual o eleitor se mostrava satisfeito com o candidato que vencesse as eleições, enquanto que o voto nulo (considerado inválido pela Justiça Eleitoral) era tido como um voto de protesto contra os candidatos ou contra a classe política em geral.

São dois tipos diferentes de votos com consequências e entendimentos distintos, mas são votos. Diferentemente, a ABSTENÇÃO vem a ser justamente o NÃO COMPARECIMENTO a sessão eleitoral. Tanto os votos brancos, nulos e abstenções, nas eleições anteriores, foram altíssimos e mandam recados claros das urnas para os candidatos e eventualmente eleitos. Porem mensagem de urnas são tão ou mais rapidamente esquecidos do que as próprias promessas de campanha.

Temos a maior arma em nossas mãos, que é o voto, e deixamos de usá-lo por plena e completa decepção com a classe política que assola o nosso país igualmente um tsunami que varre uma praia.

É importante nós votarmos, ainda mais nestas eleições, mas tão ou mais importante que o voto, é a nossa capacidade de renovarmos de deputados estaduais a presidente da república. É não reeleger ninguém, mas renovar!

Não reeleja! Renove!

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