Polícia prende mais um traficante na 2ª fase da Operação Bagagem

O Núcleo de Inteligência da 11ª Coordenadoria de Polícia Civil de Barreiras e da Polícia Militar através da Rondesp – Oeste cumpriram um mandado de prisão na 2ª fase da ‘Operação Bagagem’ nesta segunda-feira (06). Elison Rodrigues dos Santos, de 26 anos, que teve sua prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal, após pedido do Ministério Público Estadual, por ser fornecedor de drogas do preso Itamário Lucas Monteiro, vulgo “Gão/Gordinho”.

A determinação judicial foi cumprida na residência de Elison, onde os policiais encontraram um pequeno laboratório para manipulação de cocaína, além de aproximadamente, 191 g do entorpecente, 26 ampolas de epinefrina (medicamento), três vidros de lidocaína, um liquidificador industrial, dinheiro, celular, cartões bancários e outros objetos para embalar drogas.

O delegado Filipe Madureira considera o material idêntico aos apreendidos na residência de Itamário na 1ª fase da operação. Elison será autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, em seguida recambiado para o conjunto penal de Barreiras.

Entenda o caso

O resultado da 1ª etapa foi apresentado no dia 24 de maio, com deflagração de um esquema de tráfico interestadual de drogas entre os estados da Bahia e Goiás, que desmontou um laboratório de refino de cocaína na cidade de Barreiras.

A operação Bagagem prendeu líderes do tráfico na região e seus comparsas. Itamário Lucas era o destinatário das drogas e morava na pousada Lucas com a esposa. Segundo a polícia, o local era usado como fachada para refino e mistura de cocaína, além da distribuição de entorpecentes para traficantes menores.

A operação teve o nome de “Bagagem”, porque a quadrilha em Anápolis mandava a droga via ônibus, como se fosse uma bagagem normal, burlando a fiscalização das autoridades.

Em dezembro de 2017, a Polícia Civil de Barreiras apreendeu sete tabletes de maconha em uma bagagem que foi remetida da cidade de Anápolis (GO) para Barreiras. De posse das informações e mantendo o sigilo da apreensão, o Núcleo de Inteligência da 11ª Coorpin passou a investigar a rota utilizada pelos traficantes, bem como, quem a despachou e quem a receberia nesta cidade.

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