‘Plantei meu nome na Bahia’, avalia Zé Ronaldo após disputa pelo governo da Bahia

Com 22,26% dos votos válidos, o segundo colocado na disputa pelo governo da Bahia, José Ronaldo (DEM), disse à imprensa, nesta segunda-feira (8), que apesar de não ter conquistado o cargo, ficou feliz porque os eleitores acreditaram nas propostas dele. O candidato reeleito ao cargo foi Rui Costa (PT).

José Ronaldo era prefeito da cidade de Feira de Santana, segunda maior da Bahia, a cerca de 100 km de Salvador, e deixou o cargo para encarar a corrida pelo governo estadual. Nesta segunda-feira, ao receber a imprensa em Feira de Santana, ele se disse orgulhoso do trabalho que fez.

“Eu fiz com tanta coragem e determinação. O dia que trabalhei menos foram 18 horas [de trabalho] e eu não senti cansaço em momento algum, o que quer dizer que eu fiz com amor, com vontade. Modéstia à parte, acho que plantei meu nome na Bahia e agora vamos andar na vida política e ver o que vai acontecer”, disse.

José Ronaldo também agradeceu aos eleitores e enfatizou a atuação dos moradores de Feira de Santana nas eleições. “Quando a gente faz política, a gente faz pensando na vitória. Trabalhei em busca da vitória, não foi possível. A vida é assim, a gente ganha, perde. Saio agradecendo a todos que confiaram nas minhas ideias, que acreditaram nas minhas propostas, as pessoas que me deram apoio de todo o estado da Bahia”, falou.

José Ronaldo reforçou que, para o segundo turno das eleições presidenciais, segue mantendo apoio ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), que vai disputar o cargo com o candidato do PT, Fernando Haddad. O anúncio do democrata a favor do candidato do PSL ocorreu durante um debate na TV Bahia, no dia 3 de outubro.

Na coletiva desta segunda-feira, Zé Ronaldo comentou sobre a divergência — no primeiro turno — entre o seu posicionamento individual e o apoio do DEM no estado ao então candidato Geraldo Alckmin, como havia divulgado o presidente nacional do partido e prefeito de Salvador, ACM Neto.

“O que aconteceu foi que durante um debate, quando falei que faria um voto, na sucessão presidencial, a Bolsonaro, ele queria continuar apoiando Alckmin e eu acho que é direto dele. Ele é presidente do partido, tinha compromisso como presidente de partido e como a pessoa que articulou nacionalmente o apoio do partido [DEM] à candidatura do Alckmin. Eu não participei desse acordo, embora tenha concordado na época”, explicou.

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