Assessor parlamentar cobra agilidade na conclusão das passarelas em Luís Eduardo

Na manhã da última quarta-feira (24), o assessor de assuntos federativos da presidência da república, Sigi Vilares, esteve juntamente com o diretor de municípios da secretaria de governo, Marcus Calheira, em uma audiência no DNIT, com o diretor geral do órgão, Halpher Luiggi.

Na ocasião, Sigi pediu explicações acerca da demora na conclusão das passarelas em Luís Eduardo Magalhães. “As passarelas tiveram um atraso em sua conclusão devido a um erro de projeto, mas serão entregues até o final do ano. Não faltou dinheiro, foi só questão mesmo de se adequar a esse novo projeto”, contou Halpher Luiggi.

Indagado o porquê da demora em concluir a passarela que fica próxima ao Posto 90, o diretor do DNIT se limitou a dizer que ela estará pronta em breve. As outras duas passarelas segundo ele já estão fabricadas e assim que concluir a fundação já começam a serem montadas. “A população de Luís Eduardo pode ficar tranquila, até o fim do ano essas passarelas estarão prontas”, prometeu ele.

Redutores – Sigi Vilares também cobrou informações acerca dos redutores de velocidade pedidos por ele e pelo deputado federal Antonio Imbassahy para as BRs 242 e 020. O diretor geral do DNIT disse que o pedido já está com a equipe técnica. “Esses pedidos já estão com a equipe técnica que fará um estudo nesses trechos para confirmar a necessidade desses redutores. Se até o final do ano não sair, sai em 2019”, disse Halpher Luiggi. Indagado sobre a mudança de governo, ele explicou: “A empresa que venceu a licitação tem ainda quatro anos de contrato com o governo federal e a mudança de governo não afetará o cronograma de trabalho”.

Duplicação da BR-242 – Outro tema abordado na audiência foi duplicação da BR-242, entre os municípios de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães. Sigi Vilares quis saber se há algum projeto que atenda essa tão importante via da região oeste da Bahia. “Por enquanto não. Ano que vem vai sair um estudo de concessão de novos trechos de rodovias que poderão ser privatizadas no país e esse trecho da BR 242 poderá entrar. Caso isso não acontecer, creio que o governo federal poderá assumir essa obra, mas isso vai depender de recursos e de muito empenho de todos”, finalizou o diretor geral do DNIT.

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