Cores e paixões unidas sem diferenças, por Mário Machado

O dia, sábado, 05/10/2019.

A hora, após às 12hs.

O local, um conhecido restaurante do centro de Barreiras.

O dono, um Mestre da educação, e do carinho em bem receber.

Os personagens, professores, médicos, jornalistas, advogados, empresários, empreendedores. As camisetas do Vasco, Flamengo, Grêmio, Bahia, Palmeiras, Internacional (pelo menos desta vez).

Ocasionalmente este, heterogêneo, grupo se reúne para simplesmente praticarem o segundo maior esporte nacional, depois do futebol, o tirar onda do torcedor do time adversário, time alheio, time que a frente, ou que está no meio da tabela e, pior, o que está no fim.

Mas contrariando qualquer expectativa a reunião segue em um rito de respeito, camaradagem, saudosismos, lembranças, memórias e um companheirismo que nasceu no grupo de WhatsApp e assim segue.

Em outras memorias houve um grupo de e-mails que se limitava a dois times do sul, Grêmio e Internacional. Pegava fogo o cabaré.

As palavras são regadas a uma boa cerveja estupidamente gelada e uma boa dose de petiscos.

Só que o leitor não pense que é um bando de bebuns, jamais. A palavra molhada é seguida pela consciência dos próprios limites, aliás o que jamais é ultrapassado, pois o respeito impera e norteia.

A tarde segue moribunda, com o calor querendo se misturar a uma chuva que não veio, e as galhofas prosseguem, o riso corre solto, as histórias e estórias mais ainda.

Para um o fim chega mais cedo, a estrada é longa.

Despedir-se não é tarefa fácil, pois os desejos fazem querer ficar, mas a distância, o carro, a estrada e a lonjura do lar falam mais alto. Novo encontro é prometido para torcedores que são mais do que camisetas. São maiores que seus próprios clubes.

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