Tenista nº 1 do mundo estava retido em aeroporto por não ter comprovante de vacinação contra covid-19

Foto//Redes Sociais

Novak Djokovic, ao menos por enquanto, está fora do Australian Open 2022. Nesta quarta (manhã de quinta no horário local), a Austrália negou o visto de entrada ao tenista. O número 1 do mundo estava retido havia 12 horas no aeroporto de Tullamarine, em Melbourne. Djokovic está sem comprovante de vacinação da Covid-19, exigência para entrar no país. Os advogados do sérvio, no entanto, conseguiram adiar uma definição sobre o caso até segunda-feira, e Djokovic ficará retido em um hotel até lá.

Djokovic tentou entrar na Austrália usando uma liberação especial do Australian Open por não ter se vacinado contra o coronavírus. No entanto, o visto aplicado pelo sérvio não deu suporte à exceção de vacina por motivo médico.

O governo do estado de Victoria, onde será realizado o Grand Slam australiano, determinou que apenas atletas, funcionários, árbitros e torcedores 100% imunizados poderão ingressar no Melbourne Park.

O tenista pousou na Austrália por volta de 9h30 no horário de Brasília (23h30 no horário local). Ele foi interrogado por oficiais da Força de Fronteira Australiana antes de ser barrado na imigração.

Além de Djoko, outras 25 pessoas ligadas ao torneio pediram excepcionalidade médica para participar do evento e poucas conseguiram autorização da organização. Mais cedo, o ministro das relações exteriores da Sérvia, Nikola Selakovic, pediu a entrada do tenista, mas o pedido não foi atendido pela embaixada sérvia em Camberra.

O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, se manifestou através das redes sociais para comunicar o cancelamento do visto de Djokovic, e deixou claro que “regras são regras”, seja para quem for.

“O visto de Djokovic foi cancelado. Regras são regras, especialmente quando se trata de nossas fronteiras. Ninguém está acima dessas regras. Nossas fortes políticas de fronteira têm sido fundamentais para que a Austrália tenha uma das taxas de mortalidade mais baixas do mundo devido à COVID. Continuamos vigilantes”, disse.

*GE

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