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Nesta quarta-feira (11), o dono de barraca de praia suspeito de estuprar um menino de 10 anos, no distrito de Guaibim, em Valença, se apresentou à polícia acompanhado de um advogado e disse ter “fascínio por pedofilia” e necessita de ajuda.

Ele estava desaparecido desde domingo (8), dia do crime, que teria sido cometido no próprio estabelecimento comercial do homem. Um grupo incendiou a barraca dele após o crime. Depois de ser ouvido na delegacia, ele foi liberado, porque não havia mais flagrante. O delegado informou que o caso segue sob investigação e que o homem deve responder por crime de estupro de vulnerável.

A polícia ouviu a vítima e familiares – o teor dos depoimentos não foi divulgado. Também foram expedidas guias de exames de lesões corporais.

Na terça-feira (10), moradores de Guaibim fizeram um protesto, cobrando a prisão do suspeito. Os manifestantes bloquearam os dois acessos da avenida principal, que dá acesso à região das praias, montaram barricadas e incendiaram objetos, impedindo a passagem de veículos.

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