Faustão dá o que falar com ‘alfinetada’ na Dança dos Famosos

No Domingão do Faustão, não são raros os momentos em que o apresentador Fausto Silva deixa o script de lado para desabafar. Às vezes, o alvo são os políticos. Em outros momentos, o apresentador dispara contra a própria equipe. No domingo (23), ele surpreendeu ao dar um ‘puxão de orelha’ nos jurados técnicos do quadro Dança dos Famosos. O motivo? Os termos “difíceis” que eles usam para classificar o desempenho dos participantes da competição.

Antes de abrir a disputa, ele mandou um ‘recadinho’ para os especialistas Carlota Portela e Octávio Nassur sobre o uso da palavra ‘vocabulário’ de uma maneira metafórica:

– Tenho um recado para os dois, meus queridos amigos Carlota e Octávio. É o seguinte: eles usaram uma terminologia, num programa para todas as idades… Eles falaram: “você tem que usar um vocabulário na dança”. Vocabulário foi usado como uma linguagem figurada, um clichê, que não deve ser usados aqui. Vocês têm que explicar pra essa galera que tá cobrando em todo lugar. Como vai usar vocabulário se a dança não é falada?

– É essa que é a mágica, né, Faustão? – brincou Octávio, talvez sem perceber que Faustão estava falando muito sério.

O apresentador, então, rebateu:

– É essa que é a mágica. Mas aqui não é o Truque VIP (quadro do programa em que famosos apresentam números de ilusionismo). Aqui tem que falar direto para essa galera. Todas as idades. Todas as classes – sublinhou ele.

Octávio explicou que, em muitos casos, os jurados falam diretamente aos professores dos famosos:

– É, porque às vezes a gente acaba referenciando muito aos coreógrafos. Mas a gente ouve das pessoas para a gente facilitar mais a maneira de falar.

– Quando vocês falam vocabulário, seria para variar mais a coreografia? – disse Faustão, tentando facilitar o trabalho dos jurados.

– Os passos são as palavras e o conjunto deles na dança forma o vocabulário – explicou Carlota.

O desempenho dos jurados, aliás, é um dos alvos frequentes do público nas redes sociais. Principalmente por conta das notas que eles distribuem – consideradas baixas pelo público.