Escolas de educação básica podem ser definitivamente proibidas de vender refrigerantes em suas dependências.  A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1755/07, que define este tema. Agora, o texto segue para votação no Plenário da Câmara.

“A medida vem em bom momento, tendo em vista os riscos relacionados ao excesso de consumo de bebidas açucaradas e o aumento dos casos de sobrepeso e de obesidade”, defendeu, em parecer, o relator Luiz Couto (PT-PB). Ele lembrou também a Lei 11.947/09, que define emprego de alimentação saudável na merenda escolar.

Segundo o Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes, realizado pelo Ministério da Saúde e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mais de 80% dos jovens consomem sódio acima dos limites máximos recomendados. O refrigerante, rico em sódio, ocupa o sexto lugar na lista dos alimentos mais consumidos por adolescentes.

Barreiras

Em algumas escolas, pouquíssimas diga-se de passagem já tentaram introduzir um cardápio mais natural as suas cantinas e até algumas lançaram projetos para tirar de uma vez os refrigerantes das cantinas apenas sucos da fruta, mas sempre vem para dizer que deve-se dar a livre escolha, concordo mas sem uma restrição os alunos vão continuar bebendo  os refrigerantes sem se dar conta de que podem está prejudicando a saúde.

Adultos

Em junho, o ministro da saúde, Ricardo Barros, defendeu a proibição de refil de refrigerante em estabelecimentos comerciais. O Ministério possui um planejamento visando diminuir o consumo de refrigerantes em 30% entre a população adulta até 2019.

Comentário desabilitado.